Mais critério para compreender
Examinar situações, referências e informações antes de transformar uma impressão em certeza.
Formação executiva presencial
Percepção, relações e liderança
na prevenção ao assédio no trabalho.
Uma formação de 12 horas que aproxima a Filosofia Clínica do cotidiano das organizações, com reflexão, leitura de situações e caminhos práticos de ação.
Com Douglas Remonatto
Filosofia Clínica · Ética · Cultura organizacional
O pensamento encontra a prática.Formação
presencial
Encontros
de quatro horas
Palestras ministradas
pelo formador
01 / A proposta
Cultura · Liderança · ConvivênciaO cuidado com as relações começa também nas referências que orientam nossos julgamentos e decisões.
A formação examina como interpretações, rótulos, relações de poder e práticas institucionais podem favorecer a normalização do desrespeito. A partir de situações do trabalho, desenvolve critérios para compreender, comunicar e agir.
É um percurso educativo para lideranças e equipes que desejam reconhecer condutas abusivas e construir práticas de prevenção, com responsabilidade pelas pessoas e pela organização.
Explore os três encontrosExaminar situações, referências e informações antes de transformar uma impressão em certeza.
Reconhecer diferenças e estabelecer limites na comunicação, na cobrança e na convivência.
Analisar alternativas de resposta e encaminhamento diante de condutas inadequadas.
02 / O percurso formativo
Três encontros · 12 horasUm percurso que começa no modo como compreendemos o outro, passa pelas diferenças e chega às decisões de liderança. Cada encontro articula situações do trabalho e fundamentos da Filosofia Clínica.
Como a maneira de compreender alguém participa da maneira de tratá-lo?
Uma investigação sobre as referências, certezas e valores que orientam julgamentos e decisões. O encontro relaciona esses elementos às formas de exercer autoridade, às omissões e à normalização de condutas abusivas.
Leitura guiada de uma situação de trabalho: o que foi apresentado, o que foi interpretado e quais informações ainda fazem falta.
Desenvolver critérios para revisar julgamentos e reconhecer práticas que favorecem relações abusivas.
O que deixamos de compreender quando acreditamos que já sabemos quem o outro é?
O encontro examina como rótulos e generalizações podem reduzir a compreensão de uma pessoa. Historicidade, contexto e singularidade oferecem referências para investigar preconceitos, diferenças e conflitos nas relações profissionais.
Análise de um caso com apresentação gradual de informações, observando o que uma nova circunstância modifica na interpretação inicial.
Ampliar a compreensão das pessoas e das situações, reconhecendo a singularidade e os limites das classificações.
Como transformar compreensão em decisões e atitudes no cotidiano?
Os fundamentos dos encontros anteriores são relacionados à comunicação, à liderança e à prevenção. São examinadas possibilidades de expressão, orientação e resposta, considerando as pessoas, as circunstâncias e as responsabilidades institucionais.
Análise e reformulação de abordagens em situações de feedback, exposição pública de um colega e recebimento de um relato de assédio.
Ampliar o repertório de comunicação e ação, com critérios para reconhecer limites e encaminhar situações.
03 / A fundamentação
A formação dialoga com conceitos da Filosofia Clínica para tornar examináveis os modos de conhecer, os sentidos atribuídos às situações e as possibilidades de ação.
Uma aplicação educativa autoral: os referenciais orientam a condução e a análise dos casos, com atenção à singularidade e às condições de cada encontro.
Compreender as pessoas.
Responsabilizar condutas.
Cuidar das relações.
Examinar o próprio modo de conhecer: que dados sustentam uma interpretação, o que está sendo presumido e o que poderia modificar uma conclusão. Esse cuidado inclui quem conduz a formação.
Considerar percursos, referências e circunstâncias. Reconhecer o que uma situação isolada permite compreender e os limites de reduzir alguém a um rótulo ou a uma característica.
Investigar valores, expectativas e posições que participam das relações. O que autoridade, desempenho, respeito e pertencimento significam nas situações apresentadas?
Observar o que se produz nos encontros, como as pessoas se expressam e quais sentidos estão envolvidos. Considerar linguagem, meios de expressão e contexto ao analisar alternativas.

Uma reflexão que encontra
a vida profissional.
04 / A experiência
Profundidade com aplicaçãoExposição guiada, exemplos do cotidiano, leitura de casos e exercícios breves de reflexão. Um percurso que relaciona os conceitos às situações vividas nas organizações.
Apresentar o contexto, as pessoas envolvidas e as questões que a situação coloca.
Distinguir informações, interpretações e referências utilizadas para compreender o caso.
Analisar abordagens de comunicação e ação, seus limites e possíveis consequências.
Conectar a reflexão aos critérios e às responsabilidades de prevenção da instituição.
As atividades permitem participação por escuta, reflexão e análise de situações, sem exigir relatos pessoais diante do grupo.
Estrutura educativa da formação05 / Formatos e público
A formação acompanha a sua agendaO mesmo percurso de 12 horas, distribuído em datas diferentes ou concentrado em uma imersão de fim de semana.
Em dias separados, com espaço para elaboração e reflexão entre os encontros.
Um percurso concentrado, com continuidade entre os três momentos da formação.
06 / Em encontro
Registros da palestraComo nasce um assediador · Conflito de gerações no trabalho
Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, Cuiabá.
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07 / Quem conduz
Palestrante · Pesquisador · Formador
Com quase 20 anos de experiência em pesquisa, docência e consultoria, Douglas relaciona filosofia, ética, cultura organizacional e liderança em experiências formativas claras e aplicáveis.
Esteve à frente do Programa de Integridade do Governo de Mato Grosso, por meio da Controladoria-Geral do Estado, conduzindo mais de 300 palestras entre 2018 e 2025 para órgãos públicos e privados, lideranças e servidores.
Graduado e pós-graduado em Filosofia e Sociologia Aplicada, especialista em Filosofia Clínica e mestrando pela UFMT. Sua atuação também inclui formação e mentoria em Inteligência Artificial.
08 / Perguntas frequentes
Algumas respostas para planejar a formação na sua instituição.
Seus conceitos oferecem referências para examinar modos de conhecer, singularidade, valores, papéis, expressão e relações. A proposta é educativa e autoral, articulada à prevenção do assédio e às responsabilidades institucionais.
Não. Os conceitos são apresentados em linguagem acessível e relacionados a situações do trabalho. A fundamentação também está explicitada para quem já estuda ou atua com Filosofia Clínica.
A formação contempla lideranças, gestores, RH e equipes. Pode ser contratada por empresas, instituições públicas, universidades e escolas, com adequação dos exemplos ao público.
Sim. A metodologia combina exposição guiada, leitura de casos e reflexão dirigida, sem depender de dinâmicas complexas em pequenos grupos. As condições de participação e interação são alinhadas conforme o tamanho do público e o espaço.
Sim. O percurso central é preservado e os exemplos, o vocabulário e as situações podem ser ajustados à realidade institucional. Formato, datas, público e condições de realização são definidos na proposta comercial.
Sim. O terceiro encontro aborda o reconhecimento de assédio moral, assédio sexual e discriminação, além das distinções em relação a conflitos e cobranças profissionais. Esses conteúdos se articulam à reflexão sobre condutas, prevenção e encaminhamentos institucionais.
O próximo encontro pode ser na sua instituição
Converse com a ADN sobre o público, o formato e o contexto da sua organização. A proposta comercial será construída a partir dessas informações.